terça-feira, 15 de setembro de 2015

Sou uma Princesa e acredito no verdadeiro amor!

"Estas questões do amor sempre me  fazem refletir. Acredito no amor verdadeiro, aquele onde um quer o bem do outro , onde um quer que a vida do outro dê certo, aquele que respeita o outro, que não trai. Algumas pessoas falam que isto não existe, mas eu acho que existe. Se vou viver isso ou não ai são outras questões, só mesmo meu destino é que vai saber, nenhuma bola de cristal poderá anunciar. Desde criança sempre acreditei e lutei por isso no sentido de não trair meus verdadeiros valores. Acho que a eternidade de uma relação é uma dádiva que poucos tem, mas digo Eterno aquele casal que se ama de verdade, não aqueles que se aguentam. Isto para mim não é amor e sim acomodação talvez. 
A família moderna talvez seja muito mais sincera e real do que a de nossos Pais e Avós, pois existe mais diálogo e autenticidade.
Tenho grandes amigos mulheres e homens, conversamos bastante sobre estas questões do amor, das relações e vejo que muitos mantem suas relações por medo de ficar sozinhos, mas se nascemos e morreremos sozinhos , por que ter medo de se sentir solteiro? Ora hoje em dia as pessoas que merecem nosso respeito não julgam os solteiros como antigamente. Uma mulher ou homem pode sair e viajar sozinho numa boa, ninguém vai ficar falando e mesmo que fique falando quem paga nossas contas? rsrsrsr Pois é, estar sozinho e ter bons amigos é muito bom! É um presente, é uma liberdade. 
Uma verdadeira Princesa não quer um Príncipe Encantado, ela quer um Príncipe Real, um homem de verdade, com caráter, atitude, ser respeitada e respeitar. Admirar e aplaudir sua jornada, com liberdade! Ser tratada com flores e carinho!" (Maria Lucia Priolli)  

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

A Música tem ocupado um pedestal na minha vida!

"Dentro de mim moram vários sentimentos e oscilam de uma maneira muito intensa e veloz. Passo o dia dominando este turbilhão de emoções e uma necessidade de emanar este amor. De acalentar a família e ser inventiva, criativa e simplesmente ser uma pessoa tranquila, desencanada, desestressada e alegre.
A gente escolhe como quer ser usando a essência de como somos, mas regamos os canteiros que mais amamos e assim cuidamos para que deem verdadeiros e suculentos frutos.
Há uma necessidade visceral de ser música, de viver música e assim me permitir verdadeiramente sentir quando toco um instrumento.
A música tem ocupado um pedestal na minha vida. As melodias, os grovies, as notas brotam e deixo vir. Parece o resultado de uma dedicação de uma vida até aqui. Parece o universo me proporcionando, oferecendo através da cadência dos acordes. Um novo ritmo para meus dias! Tem uma hora que não dá para controlar. Preciso apenas ser."(Maria Lucia Priolli)

domingo, 30 de agosto de 2015

Pré-conceito, preconceito e conceito

"Sempre me liguei em não julgar as pessoas, não importa de onde vem, como são. Em todas as classes sociais há os burgueses, os miseráveis, mas nem sempre as aparências correspondem a essência destes rótulos impostos pelo sociedade. Refiro-me a atitude do indivíduo perante a realidade. Já conheci pessoas incríveis totalmente despidas de suas verdadeiras origens, belas de alma e sempre o estudo e conhecimento, a vivência puderam determinar serem bons indivíduos. Todos deveriam ter acesso ao bom conhecimento. Isto sim faria toda a diferença! 
Peço que não julguem sem realmente conhecer. As aparências nem sempre correspondem a essência. Peço que se permitam aprofundar no conhecimento, peço que se permitam aprender, só assim sairemos do estado de reféns de uma Sociedade superficial e inculta! Que tal a gente se ligar no conceito!" (Maria Lucia Priolli)

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Por onde caminha a nova humanidade

"Por onde andam nossos valores? Como realmente neste mundo moderno ensinar uma criança a ser digna, com a velocidade de informação, mas também com a superficialidade da qualidade da boa educação. Que papel a família tem, que papel a escola tem e qual papel que um professor de arte-educação tem?
Juro que nestes 38 anos lecionando e apesar de ter desenvolvido um Método que une teatro, dança, música, canto, técnica, espontaneidade e criatividade, me deparo com situações que me fazem pensar, se realmente, o novo caminho é este.
Estar em harmonia com a nossa época, com as informações velozes, a internete, a globalização e ver que as crianças estão cada vez mais sem conseguir se entender neste novo momento. Sem conseguir entender o seu papel na sociedade e o respeito que tem que ter pelos pais, pelos professores e pelas pessoas que as educam. Vejo crianças que batem nos pais, que colocam a língua de fora, e acham que a vida é assim. Juro meu filho já tem 28 anos e na minha época, além de ficar de castigo, ainda tomava uma chinelada, se passasse dos limites e isto fez dele um homem educado e com princípios. Não sou a favor de bater, mas uma palmada em algumas horas não faz mal a ninguém, eu mesma tomei algumas e isto me fez uma pessoa respeitosa com relação a vida.
Hoje em dia os pais e as mães trabalham muito e as crianças às vezes ficam meio sem parâmetro, pois claro uma babá, um professor não pode ultrapassar certos limites.
Boa, ai falamos a palavra chave, limites, respeito. Não basta querer ter, tem que fazer por onde ter.
Sinceramente, acho que os pais e as mães devem contar boas histórias, dar bons exemplos para seus filhos, ir assisti-los em suas atividades e ver de que forma podem ajudá-los a se entender.
Para o País melhorar, precisamos de pessoas dignas, as crianças tem que ser orientadas, tem que fazer o que amam, nós professores temos a função de ensinar e desenvolver nos alunos o amor pelo que fazem.
Chegamos num consenso, crianças dignas, pais dignos, famílias felizes, com força para lutar, vencer e desenvolver cada vez mais boas idéias.
Ninguém realmente evolui , se não se empenhar e se dedicar, se esforçar e desejar ser alguém na vida.
Eu desejo muito ser alguém na vida, eu sou muito alguém na vida, sempre fui alguém na vida, pois sempre desejei muito ser, pois sei que não estou aqui na vida de bobeira, não vim para o mundo, "rapa de tacho", para fazer nada, pelo contrário, nasci em uma família, que me ensinou muitas coisas fundamentais, e além do que me ensinaram, com todos meus maravilhosos mestres desejei aprender, desejei e ainda desejo muito, estudo muito, que evoluir muito. Posso falar assim com humildade, mas vendendo meu peixe, pois é a mais pura, visceral verdade. Sou uma artista atuante, desde meus 4 anos de idade, e assim desejo e se Deus me permitir até o ultimo suspiro por esta passagem por este mundo!
Por isso falo para pais, familiares, alunos, educadores, vamos assumir nossos verdadeiros papéis, vamos proporcionar um Planeta de respeito e dignidade, não quero mais ouvir queixas, nem apontar culpados, quero que todos assumam suas funções e posicionamento dentro deste grande picadeiro, vamos parar de ser calhordas e achar que palhaços não tem valor." (Maria Lucia Priolli)

sábado, 25 de julho de 2015

Um segundo de amor para a eternidade!

"Um segundo de amor para a eternidade!"
O amor é uma sensação, que às vezes momentânea, mas tão intensa que passa a ocupar o coração de uma forma tão avassaladora que só um momento e encontro maior para superar! Não tem jeito a vida é assim! Às vezes penso em casais que vivem juntos a vida toda e acho lindo, mas certa sou, que nem nem todos tem esta predestinação. Também só acho válido o eterno, quando é sincero e verdadeiro, pois já vivemos uma outra era, da liberdade. As mulheres não são mais obrigadas a ser curvar e aceitar situações não merecedoras de sua bondade; mas na história da humanidade é assim. Agora o mundo passa por um momento bem especial de liberdade, de aceitação e sinceramente quem não acompanha passa a ficar completamente defasado.
Sou de uma geração, meio mutante. Acho que na real , eu sou mutante, pois vivo o tempo aqui e agora. Aprendi a viver sozinha e nem por isso estou fechada para o amor! Sou da tribo do respeito, do amor verdadeiro, da harmonia, da sintonia com a natureza, com os animais e um salve aos homens de boa vontade! Tenho me afastado da poluição da maldade, minha leitura tem sido alto nível, nível de espiritualidade, de amor!
Ser artista é um ato sublime de dedicação, de respeito a nós mesmos e ao público. Temos uma missão aqui na terra, e esta deve ser cumprida com extremo zelo e capricho!" (Maria Lucia Priolli)

sábado, 11 de julho de 2015

Eu pulei o muro!

"Literalmente fui criada em Búzios e vivíamos pulando o muro para lá e para cá, nossa casa era vizinha dos Tedesco, meu pai era melhor amigo do Tio Jorge. Aquela mulekada, vivia para lá e para cá sem cerimônias, éramos muito bem vindos em qualquer momento, virávamos noites olhando a lua, tocando violão e fazendo muita farra. Soltos, amigos e aprendendo muito com os adultos e com as crianças que nos cercavam. Era uma tchurma, que sei que há qualquer momento que venhamos a nos encontrar, casados, solteiros ou tico tico no fubá, vamos nos abraçar e celebrar a vida.
Foi uma galera que uniu várias gerações, pescávamos, andávamos a cavalo, de carro, para vocês terem uma idéia meu primeiro carro ganhei aos 13 anos, era uma variante irada caramelo, rsrsrs. Nossa! A gente dava cavalo de pau no campo de aviação, que também era uma pasto, ou seja, quando os aviões iam pousar a gente tinha que espantar o gado. Mulekada terrível. 
Claro que a música, as rodas de violão, as danças, esportes tudo fluia a mil naquela época. Meu primeiro apelido "Piaçoca" (Que é um pássaro do Brejo) foi dado a mim pelo querido Bernard Castejá, mas nem havia ainda a palavra bulling kkkk. Lembro que no Futebol de meninas o Bernard puxou o coro, foi desesperador kkk, mas anos depois viemos juntos a ganhar um grande Concurso Dancing Days, de disco, que o Lauro Corona e a Gloria Pires foram jurados!! 
Os pais nem se metiam muito nas nossas questões , mas o diálogo rolava solto e abertamente nos expressávamos.
Era tudo tão bom, que lembro que todas as voltas de férias eu vinha quase que chorando a viagem toda no carro, mas era hora de voltar e estudar e ai a gente só se via nos finais de semana, enfim, coisas da vida.
Nem sei dizer como tudo acontecia e tínhamos muito tempo para viver, contemplar e éramos envolvidos por uma natureza muito pulsante, ainda meio virgem. Tinha um sentido de descoberta, de desbravar o mundo e a amizade e o respeito rolavam de verdade. A gente não aceitava outra forma de ser feliz!
Como sou temporão sempre admirava muito as namoradas dos meus irmãos e queria ser como elas! Queria andar de moto, mas meus pais só deixavam na garagem e me deram o carro justamente para que eu não andasse, esta era a moeda de troca e eu respeitava. 
Lá em Búzios, algumas vezes eu andei com Carlos Tedesco, naquelas ruas de trás que não passava carro, às vezes a gente dava de cara com uma vaca ou cavalo. Era assim.
A vida vai andando e muitas coisas acontecem, uma boas, outras ótimas, algumas difíceis e de repente a gente vê que o muro pode aparecer várias vezes no nosso caminho e a gente tem que ter coragem de pular, na real, ter coragem e escolher o lado que quer ficar, pelo menos que seja naquele dia, naquele momento, e ai a gente percebe também que tudo na vida deve ter uma continuidade, para que realmente possa se escrever alguma história.
Eu fiz há alguns anos atrás uma opção de disciplina de vida, de alimentação, de espiritualidade que me custou abrir mão de alguns hábitos, para desenvolver outros, na real é uma opção de conexão de sintonia com o universo.
Trocando em miúdos seria, o Universo é feito de várias camadas de sintonia que a gente pode escolher qual estação tá afim de se conectar e sintonizar. Quando me falaram isto pela primeira vez, pensei: Papo de maluco rsrsrs, mas depois comecei a compreender e entender que é assim, quero dizer: pode ser assim se assim a pessoa quiser que sua vida, seu caminho tomem este rumo.
Ai de repente começam a levantar a bandeira da física quântica, do poder de emanação e posso confessar, acho que é assim mesmo.
Seria uma resposta, para várias perguntas que ebuliram em mim por vários períodos da minha vida.
A questão é que todo este alvoroço de descoberta, de criatividade, de vontade que o mundo melhore, que as pessoas aprendam a verdadeiramente se respeitar, continua muito latente no meu desejo de um mundo melhor. É como se a juventude da vida, habitasse meu coração. E sinto necessidade e obrigação de fazer, por merecer, por isso que esta disciplina diária, com uma rotina firme , é fundamental para ter esta continuidade. é como uma pesquisa de uma descoberta, que não pode ser deixada de lado, nem um dia.
É a sede da artista que mora dentro de mim, que me guia para frente, guardando nas lembranças a satisfação de ter  tantos amigos maravilhosos!" (Maria Lucia Priolli)



sexta-feira, 3 de julho de 2015

Há muito o que fazer

"De repente me vejo totalmente imbuída em uma questão de ajudar, de unir , de agregar, de simplificar e me pergunto: Esta energia está vindo de onde? Dos livros, dos anos de estudo da dança, do teatro, da música, da minha conexão espiritual?
Me vejo planando sobre um campo verde, cheio de cachoeiras, flores, árvores, animais correndo, outros voando e estou ali completamente harmonizada com tudo em minha volta. Sei que tenho um caminho glorioso a seguir e sinto ânimo, vontade de ir em frente, de que tudo dê certo.
A vida pontuada por palavras que acalantam, que harmonizam.
Completamente consciente, estou aqui!
Há muito o que fazer. Alguns atalhos bifurcam e me levam a outras possibilidades de pesquisa, conquista e verdadeiro entendimento de quem eu singelamente sou.
É importante perceber, que nossa essência, a qual nascemos, a pura essência, pode dependendo de como levamos nossa vida, de como a conduzimos, essa pura essência, pode voltar a se manifestar com uma força tão cristalina, como o mais puro fluido de amor!
De repente percebo esta profunda conexão do meu eu maior!" (Maria Lucia Priolli)